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Vitral, ou o arco-íris humano


Vitral no teto da sala de concerto do Palau de la Musica Catalana, em Barcelona

Quando um raio de sol atravessa um vitral e ilumina interiores com seu jogo hipnotizante de luz e cor, a gente entende porque esse detalhe arquitetônico está presente em toda boa igreja e lugar de culto que se preze: faz pensar no que está acima das preocupações comezinhas do cotidiano, no que permanece quando nós aqui já não estamos, no divino, no maravilhoso. É como se o humano tivesse entendido como aprisionar o arco-íris.


Nas catedrais antigas como Chartres, Sainte Chapelle e Notre-Dame, na França, eles tinham uma função didática além de maravilhar: suas figuras contavam as histórias dos santos. Nas igrejas contemporâneas, como a Catedral de Brasília, o sentimento de conexão com algo maior vem por formas mais abstratas.


Reunimos aqui alguns links e imagens para quem, como nós, é fascinado por essa arte extremamente laboriosa.